Cerimônia de Encerramento da Olimpíada: o que teve!

A Olimpíada chegou ao fim, mas ainda ficamos com nossas resenhas de vídeos para alegrar nossa audiência, não é mesmo? Então, ainda em clima olímpico, faremos uma análise um pouco maior sobre a coreografia apresentada pelo Grupo Corpo no encerramento Rio 2016. Lembrando que ainda tem as cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Paralímpicos, então podemos voltar a esse tema a partir do dia 7 🙂

Já falamos nesse post sobre a Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos, que contou com coreografia de Deborah Colker e foi um show incrível para abrir com chave de ouro essa cerimônia que une culturas tão diferentes em prol do esporte.

Agora, vamos ao que interessa! No encerramento da Olimpíada, foram apresentados quatro minutos de um trecho de Parabelo (1997), obra pertencente ao Grupo Corpo e que traz fortes referências nordestinas em sua coreografia. Composto de um jogo de pernas rápido e aparentemente “solto”, porém perceptivelmente coreografado, os bailarinos trazem junto com seus movimentos a força da música nordestina. Apresentando também figurinos simples e com cores vibrantes, valorizando ainda mais o movimento.

 

Apesar da chuva ocorrida durante o encerramento, não houve o que desanimasse os bailarinos durante a coreografia, o que se tornou ainda mais marcante diante do evento. Afinal de contas, não é todo dia que temos a honra de encerrar uma Olimpíada, não? Durante a narração do evento, muitos comentaristas disseram que foi justamente a chuva que deu uma dramaticidade maior ao encerramento, no maior estilo “Cantando na Chuva”. E é verdade! Só ficamos meio tensos ao assistir com medo de que algum bailarino escorregasse.

Infelizmente, não conseguimos encontrar nenhum vídeo oficial desse momento, mas fica aí um dos registros que achamos e que vai ficar para a posteridade:

 

Deixaremos também um vídeo oficial do canal no YouTube do Grupo corpo, que mostra esse mesmo trecho apresentado na festa de encerramento. Lembrando que vale suuuuuuuper a pena conferir os demais vídeos da companhia, tão bons quanto esse 🙂

 

Para quem ficou interessado em conhecer mais da companhia pode visitar o site oficial clicando aqui!

Para ver outras resenhas, essas do #videosdasemana, clique AQUI!

(Foto da capa: Getty Images/Alexander Hassenstein)

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Grupo de Dança Contemporânea da UFBA lança espetáculo sensual

Uma coisa que eu acho importante em grupos contemporâneos, especialmente os que estão baseados em universidades ou têm no elenco universitários, é a ousadia. Quantas vezes a gente ouve falar das mesmas linhas de apresentação, com espetáculos com a mesma temática?

Por isso que fiquei super satisfeita quando meu amigo bailarino Guego Anunciação (maravilhoso, por sinal!) me mostrou essa iniciativa do Grupo de Dança Contemporânea da Universidade Federal da Bahia (GDC da UFBA), que trata de… sexo! Não amor, não sentimento, só o prazer carnal, nu e cru, e os rompantes de excitação (e até mesmo violência) que acompanham.

O nome da apresentação já diz tudo: Cuspe, Paetê e Lantejoula. Quem assina esse trabalho é Lulu Pugliese e Lucas Valentim, que conta com seis bailarinos da GDC da UFBA – que comemora seus 60 anos, aliás! Eu já assisti a alguns trabalhos de grupos de dança da UFBA e, normalmente, eles não fogem da raia e entregam exatamente o que prometem. As coreografias são bem diferentes e usam dinâmicas super ousadas para integrar bailarinos, música e conceito – mulheres carregando homens, nudez no espetáculo, sons emitidos pelos dançarinos durante os movimentos… É outra ‘viagem’!

Vale a pena lembrar que a Escola de Dança da UFBA é a primeira a de ensino superior em dança no Brasil, então vanguarda é com ela mesma!

 

Onde: Teatro do Movimento da UFBA (Av. Adhemar de Barros, s/n, Ondina, Salvador – BA)

Quando: 16/9 (19h), 17/9 (18h), 19, 20, 29 e 30/9 (20h)

Quanto: R$ 8 (inteira ) e R$ 4 (meia) – estudantes da UFBA não pagam, bastando apresentar confirmação de matrícula

PS: A foto é de Aldren Lincoln

Vídeo da Semana ESPECIAL da Cerimônia de Abertura Rio-2016

Como prometido, esse #videodasemana é diferente e especial: analisamos o que teve de dança na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio-2016, que teve coreografia de Deborah Colker e bailarinos da companhia que leva seu nome.

Primeiro: o que foi essa abertura, gente? Foi muito emocionante, cheio de efeitos especiais e batendo na tecla daquela coisinha que a gente vive falando aqui: inclusão e empoderamento. Na coreografia, isso foi representado pelas danças populares de várias regiões do país – teve samba, maracatu, funk, passinho…

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Teve Carol Konka e MC Soffia conduzindo o rap e batidão na cerimônia

A coreografia de Deborah Colker também foi variada: ela que ‘conduziu’ 1500 pessoas no palco em alguns momentos de cenografia, e, em outros, bailarinos profissionais e acrobatas em partes mais específicas, em que se trabalhava com efeitos especiais.

Um deles foi o parkour: os bailarinos foram apresentados com a ilusão, em 3D, de prédios subindo no solo do Maracanã. Tudo foi tão bem ensaiado que a gente jurava mesmo que o pessoal pulava de prédio para prédio, e não que eles, na realidade, não enxergavam as projeções. Isso a própria Deborah comentou em entrevista à SporTV, hoje de manhã.

“Trabalhei com acrobacia e, com o parkour,eu tinha que fazer as pessoas acreditarem nas projeções dos prédios, que eram fake. A gente teve que estudar o espaço, e depois foi experimentando ao vivo a partir do que seria a projeção, vendo o momento de subida e descida dos prédios. E tem uma turma danada de acrobacia, de saltos, de parkour… Depois dos prédios subindo, quando eles vão para o ‘morro’, na verdade são 72 caixas e 32 pessoas fazendo parkour. Então eu criei rotas de parkour para se chegar aos lugares. Eu não tive uma quantidade de ensaios suficientes, então tive que estar pré-preparada”, explicou.

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Inspiração! Cerimônia x VeRo

Quem conhece o trabalho de Deborah Colker viu várias cenas na cerimônia de abertura. “VeRo”, da roda, “Velox”, das paredes, e “Casa”, de ambientes internos. Isso tudo foi misturado, como disse, com estilos populares, como o carioquíssimo funk. A mistura de cores e luzes deu uma cara toda especial para a dança.

Pra terminar com conteúdo, deixamos pra própria Deborah o resumão da obra! “Eu sempre falei que a gente estava construindo um espetáculo, que seria no próprio Maracanã, para milhares de pessoas, mas que seria, também, televisionado por 60 câmeras. E a organização desses ensaios foi complicada! A gente teve cenas com 1500 pessoas. E eu adoro precisão, sou perfeccionista. Sou que nem o pessoal do esporte, adoro competir e adoro ganhar”, disse ao SporTV. Mandou bem!!!

Atenção: o vídeo abaixo é de ensaio. O blog não tem direito de reproduzir imagens em movimento da Olimpíada, infelizmente! Preferi colocar um ensaio a fazer compilação de imagens, como muitos veículos de imprensa fizeram.

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Vídeo da Semana #23

Como procuramos sempre inovar por aqui, nosso #videodasemana (sugestão das leitoras assíduas Camila Macedo e Clarice Bartilotti – obrigada, meninas!!) é o trailer do documentário sobre o coreógrafo israelense Ohad Naharin, feito por Tomer Heymann. E por que amamos tanto? Porque a trilha sonora escolhida foi de ninguém menos do que Caetano Veloso (inclusive, tiramos o vídeo da própria página do Facebook dele).

Esse não é o nosso primeiro #videodasemana com Ohad Naharin. Já resenhamos o trabalho dele quando ele coreografou um espetáculo da Batsheva Dance Company, convidando a plateia a participar da dança. Uma característica muito forte nas criações de Naharin é a mistura de tendências contemporâneas e modernas, que culminaram no GAGA, movimento inventado por ele.

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Sensualidade fluida! (Foto: Reprodução)

Nesse vídeo fica um pouquinho mais difícil avaliar a coreografia, porque são fragmentos de danças misturados ao som de It’s a Long Way, de Cateano. Aí damos palmas para a edição, que casou perfeitamente os movimentos dos bailarinos com a cadência da música e à atmosfera sensual, malemolente, fluida.

O que podemos dizer com certeza é que o propósito do vídeo foi atingido: estamos com vontade de assistir ao documentário!

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Vídeo da Semana #22!

Quem não adora uma coreografia extremamente limpa? E coordenadíssima? E com bailarinos super entrosados? Pois bem, nossa leitora querida Clarice Bartilotti se encantou com esse vídeo, tanto que nos enviou como sugestão e, voilà! Virou #videodasemana. Valeu, Clarice!

Dessa vez seremos mais breves (infelizmente não pudemos entrevistar os bailarinos, como fizemos semana passada com Uriel Trindade), mas, em compensação, teremos uma análise maiorzinha da coreô.

Eu simplesmente adoro coreografias limpas e coordenadas. A companhia me ganha quando tem um corpo de baile bem ensaiado (Opéra de Paris, é com você mesmo!), e fazer isso com movimentos tão fluidos fica ainda mais difícil. O nome dessa dança é “Now Dance”, de Tao Ye, e foi apresentada no Centro Nacional de Artes de Pequim, na China. O vídeo não é linear – tem momentos intercalados com vários bailarinos, três, e um só – e trabalha com closes de passos e o palco completo. Isso, pra mim, enriquece ainda mais a experiência de assistir.

Muita gente questionou o tipo de dança. É ballet? Exercício de solo? Contemporâneo? Moderno? Eu arriscaria dizer um contemporâneo com muitos elementos de solo e alguns de clássico. São várias contrações e movimentos da técnica moderna, mas acredito que a leveza dos braços e os giros têm base no clássico!

Deixando de lado as especificidades técnicas da coreografia, acho que o mais legal é que ela é, aparentemente, simples. Não tem tantas pernas altas nem giros: é a movimentação incessante do corpo que mais chama a atenção. Como se o passo não acabasse, só evoluísse. Lembra um pouco o estilo das coreografias de Rudolf Nureyev e William Forsythe. Agora… Ao vídeo!

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Mônica Nascimento: Me orgulho de estar há 24 anos no BTCA

Que abril é mês da dança isso já não é novidade, certo? Além de ser um mês cheios de atrações, também é o mês em que o Balé Teatro Castro Alves completa 35 anos! Além do post já dedicado a esse marco (que você confere aqui), o OITO TEMPOS conversou com Mônica Nascimento, bailarina cuja história na dança está entrelaçada à da companhia. Seu relato, com certeza, vale esse post à parte:

“A ideia de comemorar os 35 anos do BTCA, inicialmente, foi um grande desafio para mim. Não tinha certeza se esse seria um momento de comemoração. Sem orçamento desde 2015, passamos por dificuldades para realizar projetos artísticos, dançar para população… enfim, desempenhar nossa função como Companhia Oficial de Dança do Estado da Bahia.

Minha motivação foi crescendo com o (re)encontro com o coreógrafo Luis Arrieta, um mestre que transpira arte, devoção e amor à dança, inteireza! Lembranças incríveis de tempos idos, crescimento! E, também uma oportunidade de nessa linda e emocionante festa informar aos nossos amigos e à população como o BTCA se encontra nos dias de hoje.

Tenho orgulho do empenho do nosso diretor atual, ex-bailarino do BTCA, Antrifo Sanches, para realizar esse ‘niver’! Também tenho orgulho de como demostramos o amor por essa companhia e sua história. Tenho orgulho de estar há 24 anos no BTCA e, perceber a vital importância dela na minha vida profissional e pessoal (será que tem diferença?). Meu primeiro filho se chama Guilherme e sei que esse nome surgiu por inspiração de um coreógrafo que foi relevante para minha formação, Guilherme Botelho!

Que o Balé Teatro Castro Alves continue sendo um importante propagador da arte por muitos e muitos anos!”

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Mônica Nascimento e seu sorriso inseparável! (Fotos: Arquivo pessoal)

Não poderíamos dizer melhor, Mônica! Arrasou no depoimento da mesma forma que você arrasa nos palcos 🙂

BTCA 35 Anos!

Nos dias 1 e 2 de abril de 2015, o BTCA (Balé do Teatro Castro Alves), companhia baiana, completou 35 anos de existência, fazendo uma grande festa de aniversário no próprio Teatro Castro Alves, em Salvador (BA). A celebração é uma colcha de retalhos de memórias, lembrando momentos e pessoas que fizeram parte dela. Vale ressaltar que o BTCA foi a quinta companhia oficial de dança do Brasil e a primeira oficial do Nordeste

Intitulado “Memórias em Movimento”, o projeto contou com trechos de espetáculos que fazem parte do repertório da companhia (Sanctus, A quem possa interessar, Essa Tempestade), depoimentos gravados de personalidades como o coreógrafo Luis Arrieta e Lia Robatto, homenagens póstumas a artistas que passaram pela companhia, como o maître de ballet Carlos Moraes – esse, para mim, foi o momento mais emocionante.

 

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Sanctus é um dos repertórios mais conhecidos do BTCA (Foto: Divulgação / BTCA)

Ainda hoje, o BTCA é uma companhia que funde arte contemporânea com toda a carga cultural que só a Bahia tem, mesclando gerações que acompanharam o início dela com novos bailarinos que agora começam a escrever também as suas.

Nós, o público, tivemos a oportunidade de conferir um lado da companhia que nem sempre chega a nós: aquele da falta de patrocínio e iniciativas que muitas vezes ameaçaram extinguir a companhia para sempre. E, mesmo assim, o elenco trata das situação com muita leveza e graça dentro da comemoração.

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Essa Tempestade também foi reapresentada (Foto: Isabel Gouvea / BTCA)

Tatiana Schwartz, nossa querida leitora do blog, relatou um pouco de como foi assistir ao BTCA: “Foi emocionante, envolvente, a estrutura feita com um tom autoral, biográfico, abordando o viés político, de questionamento sobre a falta de investimento em arte e cultura, o que deu mais força ao espetáculo. É uma história muito bonita, trabalhos lindíssimos. Temos muito o que agradecer de isso existir e termos oportunidade de presenciar um evento desses. Se fosse para resumir em uma palavra: emocionante!”.

Ao final, tivemos ainda a dobradinha maravilhosa da OSBA (Orquestra Sinfônica da Bahia) com o cantor Gerônimo fechando literalmente com chave de ouro. Simplesmente maravilhoso!

Para quem predeu o espetáculo, ainda permanece a exposição no foyer do teatro até o dia 30 de abril. Dá uma passadinha lá que vale super a pena!

 

Local:  O Teatro Castro Alves fica na Praça Dois de Julho,s/n, Campo Grande, Salvador – Bahia. Telefone: (71) 3535-0600

Vídeo da Semana #16!

Falando como a bailarina amadora que sou, poucas coisas são tão gostosas quanto dançar no palco. Nunca participei de uma companhia profissional, mas imagino que dividir o palco com os bailarinos que eu mais gosto seria uma experiência indescritível.

Pois foi essa a experiência que a Batsheva Dance Company promoveu a alguns sortudos que estavam na plateia. Em dado momento da apresentação, os bailarinos descem do palco e sobem acompanhados. E… Dançam com seus ‘partners’!

Algumas dessas pessoas têm alguma ligação com a dança, mas muitas não têm. E isso não impede da apresentação continuar com ares de coreografia: os bailarinos (profissionais, hehe) conduziam os convidados de tal forma que, qualquer que fosse o movimento, estaria dentro de uma formação interessante.

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Público participa da coreografia! (Foto: Reprodução)

Não tem muito mais o que falar, além de que é LINDO ver a expressão no rosto dessas pessoas no palco! Algumas meio aterrorizadas, verdade, mas a maioria estava lá, talvez pela primeira vez, fazendo o que a gente tanto gosta: se divertir no palco. A montagem é de Ohad Naharin, um dos maiores coreógrafos do ballet contemporâneo.

Segue o vídeo! Espero que goste 🙂

PS: Essa análise foi de apenas um trechinho da apresentação, mas vale MUITO a pena ver tudo! No link tem o espetáculo completo.

PS 2: Obrigada à leitora Carla Siqueira, que me apresentou a essa companhia e apresentação tão lindas!

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Vídeo da semana #15!!

O #videodasemana de hoje é uma sugestão da nossa leitora Bruna Coutinho Beloso. Você provavelmente já conhece a música e também o videoclipe, ambos fizeram sucesso em 2014 e ainda fazem a cabeça das pessoas: no caso é “Chandelier”, da cantora Sia.

Inicialmente, vamos falar da bailarina que protagoniza o clipe. Maddie Zigler, um prodígio que se tornou conhecida pela sua participação no reality americano Dance Moms. Ela se tornou garota propaganda da marca Capezio em 2015 e além disso protagonizou outros dois clipes da cantora Sia: Elastic Heart e Big Girls Cry. E isso tudo tendo apenas 13 anos. Uau!! Haja talento!!

Sobre o clipe: Chandelier se passa em uma casa aparentemente abandonada, com uns poucos móveis, figurino com um collant nude e peruca loira, característica marcante dos clipes da cantora Sia. Uma coreografia forte, onde a Maddie usa e abusa de expressividade facial, que em muito constitui a sua dança. Ela passa rapidamente da alegria e euforia para tristeza, medo, e contando sempre com uma flexibilidade de dar inveja (você já-já vai saber do que estamos falando).

Tanto é que Juliana, sócia do blog, arrisca dizer que ela é a futura Miko Fogarty! Bem, não sabemos ainda seu futuro com certeza, mas podemos dizer que ela arrasa – e muito!-  aqui no presente. Vamos ao vídeo:

 

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Mariana Miranda: ajuda para audição na Bélgica!

Mariana Miranda, uma linda bailarina de 19 anos, recentemente foi aprovada em uma pré-audição no Rio de Janeiro para a P.A.R.T.S. (Performing Arts Research & Training Studios), escola de dança contemporânea em Bruxelas, Bélgica, sob a direção de Anne Teresa De Keersmaeker – uma importante referência atual em dança contemporânea.

Após a seleção – só ela ela e mais dez pessoas passaram – Mariana agora precisa arrecadar fundos para bancar os custos de sua ida para a Europa: passagens, seguro de viagem, alimentação, transporte, hospedagem… É bastante coisa!

 

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Olhar atento para aprender! (foto: Fernando Quevedo Barros)

Apesar de nova, Mariana já conta com uma formação pela escola contemporânea do Bolshoi no Brasil, e hoje dança no Balé Jovem de Salvador e na Kátharsis Companhia de Dança (que já foi citada aqui). Mariana arranjou um tempinho para nós e contou sobre esse nova fase de sua carreira como profissional de dança. Fala principalmente sobre a dificuldade de arrecadar dinheiro sem nenhuma financiamento público e todo o apoio que vem recebendo através das contribuições: “Muita gente está ajudando, estou achando incrível!”

No momento, ela conta com a divulgação por Facebook e com a ajuda de amigos para organizar aulões de dança, performances em lugares públicos “passando o chapéu” para arrecadar dinheiro. Sua viagem acontecerá dia 02/04, e ela precisa juntar o valor necessário quanto antes for possível. O Oito Tempos deseja que tudo dê certo para você Mariana!! Precisamos e muito apoiar os artistas da nossa terra, para que possam alcançar voos mais altos!!! Deixaremos abaixo os dados bancários para quem quiser ajudar. Qualquer ajuda é bem -vinda 🙂

*crédito da primeira foto: Chico Maurente

Agência 5695-2

Conta corrente N°: 3.398-7

Mariana Miranda de Oliveira Silva

Banco do Brasil